A palavra de ordem foi tirada no ABC, local sagrado, Jerusalem e Meca do fundamentalismo lullista, berço do movimento sindical-católico-uspiano (de USP) que resultou no governo mais corrupto nunca antes visto neçepaíz.
A beata uspiana chauí cunhou a reza brava "Quando lulla fala o país se ilumina" e lulla falou: "Oito, nove, deiz ano de mandato é poco", fingindo referir-se a um prefeitinho petista que está no 2º. mandato e não pode, pela lei, candidatar-se a outro.
O país "se iluminou", como foi profetizado. Todo mundo viu que lulla referia-se a elle mesmo, do alto do palanque onde reside há 5 anos inaugurando discursos, comícios, placas e pedras fundamentais de obras fantasmas, que só existem nos anúncios inventados pelo ex-sequestrador "nosso" franklin, porta-níqueis do governo, veiculados a peso de ouro pela maior verba de propaganda oficial da nossa história.
Só do PAC, filho feito sem pecado por lulla na ex-assaltante cumpanhera dirma, testemunhei mais de 10 batizados, depois perdi a conta. Pela barriguinha cada vez mais evidente da cumpanhera vê-se que o bebê da Rosemary não viu a luz ainda, coitado, está com meses de atraso.
E aquela refinaria de petróleo lá de Pernambuco, mezzo tchávizta mezzo mussarela, que trabalhou insanamente na propaganda da reeleição,
foi fotografada com sua placa cada vez mais enferrujada e as cercas de arame farpado apodrecidas e rompidas.
Do alto desse mesmo palanque, lulla negou a possibilidade do 3º. mandato, dando manchetes aos noticiários, "Num quero, nem qui tudas vaca du renam tussa i nem qui u povu pessa im peçoa nas rua".
(Me engana que eu gosto).
Seus "quadros", que o conhecem de priscas enganações, escutando que lulla não queria o 3º. mandato, entenderam claramente que lulla queria o 3º. mandato. Sempre foi assim, uma coisa (o que lulla fala) é uma coisa, outra coisa (o que lulla faz) é outra coisa.
Passaram a trabalhar abertamente pelo 3º. mandato, aloprados que são,
em desrespeito à vontade do Chefe.
O ex-terrorista devanir, agora deputado federal, pt/SP, e pai do alegado MotoDólar, o garoto que levava a "mercadoria" dos doleiros para alguns vereadores de São Paulo, é cumpanhero do lulla desde o tempo em que lulla era o "baiano" e a cumpanherada do sindicato brincava com devanir chamando-o de "cachorrinho do baiano", de tão ensinado que era.
Um desses antigões conta que "antes de resolver se ia querer misto quente ou frio" devanir perguntava ao baiano.
Pois devanir está com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que
dá um jeito do lulla ir para o 3º. mandato em 2010, dentro da lei, claro.
Lei que não existe ainda, claro.
Isso sem nem perguntar ao baiano se o misto vai ser quente ou frio, você engole esse sanduíche ?
É como o trambique ilegal da Oi com a Brasil Telecom, legal daqui
a pouco porque também dentríssimo da lei, claro. Lei que não existe
ainda, claro.
Agora, pinguemos alguns "is", como o milionário lobista zé dirceu falou que ia fazer mas nunca fez.
Louis 51 "não quer" o 3º. mandato, mas o capitão do time e o "meu irmão" paloffi estão queimadinhos da çilva.
A ex-assaltante cumpanhera dirma, feita mãe do não parido PAC, torrou-se ao tornar-se tia de mais um dossiê neçepaíz dos dossiês, quando tentou transformar o mega escândalo dos cartões corporativos da cumpanherada lullista numa denúncia às despesas de FHC e dona Rute.
Ao ver o caminho semi-aberto, o boquirroto ciro gomes tentou trinar a voz e, pura coincidência, estourou o escândalo do jatinho, dos hotéis 5 estrelas e diárias em dólar do seu irmão, cid (el Vip) gomes e sua fina sogrinha. Balaço direto no peito de ciro, outro que vira picanha fatiada, com carvão aceso e grelha quente.
Aí, por outra coincidência, sai a pesquisa CNT/Sensus, do cidadão acima de qualquer suspeita Clésio Andrade, que dá que 50,4% de brasileiros felizes com o bolsa-esmola aprovam e até desejam o 3º. mandato.
Sem "quadros", que queimou, e pressionado pelo povo, lulla humildemente veste a faixa, olha no espelho e suspira:
"Só tem tu, vai tu mesmo".
PS: Será que agora que elle tem carteira de trabalho vai resolver trabalhar um pouquinho ?
Neil basta de lulla Ferreira
Diário do Commércio de São Paulo
Coluna Opinião
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