A ex-assaltante dirma descaradaMente no encenado.
Treinada atriz, aprendiz do "ermão" du ômi, paloffi, até agora campeão
de mentiraiada no mesmo estádio, que lhe passa o cetro com louvor.
Não vai colar.
Ela mente desde outros carnavais, admite. Mentira "heróica", afirma. Agora a corrupção é "virtuosa" e a inflação crescente é "do bem", dizem. Rabo preso aparece.
Que fique claro, as mentiras que se discutem hoje não são as do passado, são as do presente, a mega mentira que é o PAC ainda não parido, residente eterno no ventre da sua mãe, nascerá afinal no Dias das Ditas Cujas ?
Louis 51, o manto real sempre novinho pago com cartões secretos,
gargalha; renan, lobão, lobinho e a lobona idem; sarney, barbalho
e quadrilha, martaxa relaxa e goza, a matilha toda idem na mesma
data, suplicy agachado gargalha.
Sacam seus cartões secretos e gargalham.
Pipocam seqüências de Visas Platinum, quadras de Mastercards Gold, canastras de Visas, Mastercards e Diners.
Igual no Carandiru, lá só tem inocente.
Gargalham de nós, eu e você, os palhaços.
A mãe do PAC mente mais no encenado.
As hienas federais curram-nos há cinco anos e faltam mais três, isso
se o golpe do 3º. mandato micar.
A tia do dossiê fajuto sobre as "despesas" de FHC e dona Rute
continua mentindo no encenado, "não é dossiê é banco de dados",
a neo-banqueira me vem com outro nome fantasia.
"Se a lenda for mais interessante do que a realidade, imprima-se a lenda", teria dito às suas redações William Randolph Hearst, magnata da imprensa, modelo de "Citizen Kane", obra prima de Orson Welles.
Imprimamos a lenda das hienas.
Vivem em bandos. Não caçam, comem carniça, restos de outros predadores. Transam só uma vez por ano. E gargalham.
Africanas, só as vi no zoo do Central Park, em Nova Iorque.
Olhei-as com preconceito. Não gostava delas antes de conhecê-las.
Gosto menos depois.
Olhinhos rapaces vermelhos, pêlos sem brilho. Quadrúpedes, patas
da frente mais curtas do que as de trás, mandibulas agressivas. Fedem.
Ouvi suas gargalhadas misturadas aos ruídos da Quinta Avenida.
Era outono, não estava frio mas senti calafrios e fiquei de cabelos em pé. Caí fora, a má impressão me acompanhou.
A gargalhada lembra a humana, essa de filmes de terror com personagens
à beira da loucura, ou vilões armando sujeiras inomináveis para a mocinha.
Espectadores pulam nas poltronas quando os mortos-vivos surgem arrastando correntes às gargalhadas.
As hienas têm parentes próximos no planalto, hienas federais, regressão da espécie, o DNA é o mesmo.
Notei os olhinhos vermelhos rapaces.
Pêlos de cores indefinidas, grudados nas cabeças por toneladas de
gel. Parecem bípedes. Patas, as da frente (agora superiores)
mais curtas do que as de trás (agora inferiores), garras esmaltadas.
Dentaduras implantadas e polidas.
Ventres protuberantes. As que conheci no zoo do Central Park só exibiam panças semelhantes quando prenhas.
Nesta nossa Revolução dos Bichos, as hienas federais tomam u pudê.
Decretam que "todos os animais são iguais".
Por Medida Provisória Definitiva nomeiam-se eternamente mais iguais do que os outros. Conheço-as das fotografias dos jornais, que revelam focinhos iguais aos das hienas do Central Park.
Ouvi, vendo as fotos, a mesma gargalhada semelhante à humana.
Não é humana, juro.
Como escuto uma foto gargalhar ? Sei lá, só sei que é assim que é.
As hienas federais têm os traços mercadantescos da espécie, mandíbulas agressivas, apetite por carniça e gargalhada permanente.
Meus cabelos estão em pé de novo.
Safam-se, livram as fuças umas das outras, tiram seus respectivos da reta. Até agripino escorrega e revela seu rabinho de hiena preso com a matilha, "acidentalmente" deu o maior mole pra cumpanhera, ajudou-a a ser chorosa heroina de gloriosos assaltos. Está mesmo tudo dominado.
Mamam seus gordos Cohibas cubanos. Revoltam nossos estômagos.
Uma ensinou às outras um truquezinho feito com as curtas patinhas dianteiras, para expressar seu desprezo por nós.
"Top ! Top ! Top"! funambulam entre si, performáticas circenses,
tirando sarro a cada mentira cacarejada no encenado pela cacarejante depoente. O bando explode em gargalhadas estridentes.
Não sabem que ri melhor quem ri por último.
O presiMente. A cumpanhera dirma não é diferente.
Dia normal neçepaíz.
HÁ CARNIÇA PARA TODAS ?
4 comentários:
Neil! como sempre, irrepreensível, humorado e irreverente!
E as hienas riem................
até quando???
dizem: que ri por último, ri melhor!
Fora Lula
Fora hienas!
meu orkut
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9549273600911782300
concordo plenamente com vc morana,aquela filha da puta da dilma disse ser vitima da ditadura,mais quando ela ver o fidel castro,falta xupa o saco dele,,,,velha filha da puta
Soh destilou odio e sarcasmo. Nao vi provas da mentira. Nao vi nem opiniao ser colocada. Esquerdista, direitista, centrista... esse artigo eh pedante. O governo estah nadando de bracadas exatamente por causa disso -- oposicao burra, sem nexo, apegando-se a palavras de peso.
O autor, ao menos, sabe fazer um trocadilho ou outro.
Foi muita pretensão dos congressistas esperarem que uma terrorista que foi treinada por vários anos para mentir e resistir a qq tortura, falasse a verdade.
Leiam o artigo "O que o senador poderia ter respondido à ministra.
http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1111&Itemid=34
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