Neil de regime forçado Ferreira
Vamos falar de uma coisa que eu e você não entendemos, Economia.
Acho que nem os economistas entendem.
Não se trata da Rodada Duela a Quiem Duela, a fracassada Rodada Doha, que dóhi mais em quem pode menos, palco de amorínicas grossuras.
Seremos simples, pés no chão.
Analise a atuação do diretor brasileiro no FMI, que esculhambou o FMI a vida inteira e agora, ex-querdista, dá "sua contribuição" lá. Vai ver, quer virar aquilo num bancão soviético.
E a do presidente do BNDES, também ex-querdista, que não liberou nenhum puto centavo furado para o metrô e nem para o rodoanel de São Paulo, potência inimiga.
Mas deu milhões para as nações aliadas Venezuela, Bolívia e Cuba.
A Venezuela, rica em petróleo, talvez pague. O BNDES mandou 600 milhões de dólares para o metrô de Caracas. A explicação é das arábias, a grana vai para empreiteiras brasileiras, donas das obras.
(Como estamos renan avacalheiros de saber, os zuleidos são donos de gordo rebanho de encenadores da base aliada, sustentam suas mônicas e embolsam a grana aprovada).
As empreiteiras abrem empregos e pagam impostos lá, enricando o país do cumpañero tchávez.
Para a Bolívia, um bilhão de dólares depois que o hermanito evo tomou-nos na marra as instalações da Petrobrás, avaliadas em um bilhão e quinhentos milhões de dólares, pelos quais prometeu pagar cem milhões em vinte anos e outros cem sabe-se lá em qual encarnação. Aceitamos !
Teve mais 380 milhões de dólares para evo construir umas estradinhas.
Como o "João" só anda de aerolulla, pença que as nossas são zero bala e dispensam a grana.
O ex-comandante en rréfe fidel ganhou bolsa-ônibus para renovar a frota de La Habana e comprou tudo na Venezuela. Abriu empregos, pagou impostos e enricou mais o cumpañero tchávez.
Como temos dinheiro sobrando, demos 650 milhões de dólares para a Colômbia, nação neutra, construir uma ferrovia, as nossas são perfeitas não havia porquê negar.
Deve ter pilatrangens que não vemos, mas se as cabeças que mandam na Economia fazem isso com a grana da viúva, alguém abocanha algum, nem que seja uma comessãozinha aqui, outra ali.
O comessário das tenebrosas comessões, por exemplo, socialista de mercado zé dirceu, um dos mais ricos e fortes lobistas deçepaíz, só anda de jatinho fretado, bebe Romanée Conti de 7 mil reais a garrafa e mama gordos e legítimos Cohibas cubanos, de 30 dólares cada.
Sabemos da sua paixão por fidel, quem sabe trabalha para ele a troco de um gordo troco.
Tudo por dinheiro no nosso selvagem socialismo-capitalista, possa o português Marques, pai do Marquescismo, ter paz na sua tumba.
De onde vem essa dinheirama para torrar, quando o "João" insiste
em nos arrancar mais couro com a Contribuição Sem Sentido, CSS ?
Só precisamos entrar no supermercado para saber que há algo de podre na conversa fiada do ex-sequestrador "nosso" franklin e da mídia chapa-branca, que juram que a inflação baixou depois do aumento dos juros.
Nossos estômagos sabem mais Economia do que o comando do Ipea, colocado lá pelo mangabeira unger, do MiFu, para maquiar números, índices e projeções. O instituto, impecável por uns 50 anos, dedica-se agora à produção de obras de ficção. Ainda ganha o "Prêmio Jaboti".
O feijão subiu Trezentos Por Cento, o arroz Duzentos e a farinha
Cem, do primeiro dia do "João" e do "Fome Zero" para cá.
Coloque na panela feijão, linguiça, paio, carne seca, pé e orelha do porco, separe umas costelinhas defumadas, couve cortada com gilete (gilete subiu barbaridade) esqueça os pertences supérfluos de primeira necessidade como a batidinha e a cervejinha. Use a calculadora.
A feijoada virou acepipe da zelite, pobre não a conhece mais nem de fotografia.
Mas feijoada engorda e aumenta o colesterol, corrói a zelite por dentro em silêncio insidioso e mortal.
Neçepaíz da "Feijoada Zero", a pobreza, preservada, fica com "a çaúdi mais mió du mundo", como "João" já afirmou. Agradecida, beija o chão santificado em que elle pisa.
CUMÊ TÁ CARO,
INGORDA
I FAIS MAR PRA ÇAÚDI.
Neil eu vaio lulla Ferreira
Coluna Opinião
Diário do Commércio de São Paulo - 01/8/2008
neilferrei@gmail.com.
Um comentário:
A coisa tá afro-desdentada mesmo!
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